Dedicado a discutir o tema “RH de volta às origens – dos números às pessoas”, o evento VOCÊ RH Meeting 2018 ocorreu de 16 a 18/5 no Hotel Villa Di Mantova – Águas de Lindóia. Com programação repleta de palestras e debates, a 12ª edição do evento reuniu os principais executivos de recursos humanos do Brasil. “O VOCÊ RH Meeting é considerado o melhor evento de gestão de pessoas do país, segundo os líderes de recursos humanos de grandes companhias. É uma oportunidade de negócio a ser explorada pela Abril”, afirma Tatiana Sendin, editora-chefe da VOCÊ RH e VOCÊ S/A.
Abordando trajetórias de empresas que superaram o receio para conquistar o sucesso, “História dos fundadores – quem nos trouxe até aqui” marcou o início do evento. Ogari Pacheco relatou como uma clínica de repouso tornou-se o Laboratório Cristália, maior fabricante de anestésicos da América Latina. Marco Kerkmeeser contou como foi abandonar a carreira de executivo na Nova Zelândia para fundar a cafeteria Santo Grão, que conta com oito unidades hoje. Fundador da Tirolez, Cícero Hegg revelou como largou a carreira de engenheiro para fundar a famosa fábrica de queijos.
Ainda no primeiro dia de evento, palestra de Maílson da Nóbrega abordou uma reflexão sobre “O que nos espera – um panorama político e econômico para o Brasil em 2018 e além”. Para o economista e ex-ministro da Fazenda, “as redes sociais não vão ter a mesma importância que tiveram no Brexit e nas eleições do Trump, pois apenas 57% dos brasileiros têm acesso à internet”. Assim, tempo de TV em propaganda eleitoral ainda será determinante para essa eleição que, segundo ele, “é a mais importante desde a redemocratização do país”.
O segundo dia foi marcado por “Engajamento, motivação e satisfação: como nos conectamos com as pessoas”. Para Giselle Queiroz, pesquisadora nos grupos Pessoas e Trabalho e Gestão Estratégica de Pessoas da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), “diferentemente da satisfação, que é um estado psicológico, a motivação é uma ação que se refere a algo”. Trata-se de um conceito individual em que as pessoas têm necessidades e interessantes particulares.
“Histórias dos comandantes – As pessoas que nos dão resultados” reuniu narrativas de Lidia Abdalla, CEO do Laboratório Sabin, Eduardo Gouveia, CEO da Cielo, e Monica Herrero, CEO da Stefanini. De acordo com a última, as pessoas são importantes nas transformações de negócios porque “o que nos faz diferente de outros animais é o pensamento, a argumentação e a capacidade imaginativa”.
“O nós que ninguém vê” fomentou debate sobre transfobia e racismo. Para Danielle Torres, sócia-diretora KPMG e primeira executiva assumidamente transexual, “todo mundo precisa falar de racismo, de transfobia. O meu lugar de fala é diferente do seu, mas é preciso que não deixemos apenas uma única voz falando sozinha”. A empreendedora Monique Evelle, tida como uma das jovens mais promissoras do país pela Forbes, relata que “o que a gente chama de empreendedorismo a periferia sempre chamou de sobrevivência”.
No último dia de evento, a palestra de encerramento foi de Lira Neto, jornalista e escritor – famoso pela trilogia Getúlio. Com o tema “O passado explica o presente — mas qual futuro estamos construindo?”, ele ressaltou a importância de uma política para mediar conflitos e evitar a ditadura. “Getúlio fechou o congresso, acabou com a constituição e aposentou compulsoriamente os juízes que se opunham a ele. Isso em nome da morte à política”, afirmou.
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