O que é para o brasileiro viver ao máximo?

Área de Pesquisa e Inteligência de Mercado Abril realiza pesquisa inédita ao cliente Abbot que revela: atualmente 52% dos brasileiros estão satisfeitos, apenas 10% deles afirmam estar totalmente satisfeitos
  30/11/2015
Abbott

REFLEXÃO SOBRE COMO OS BRASILEIROS VIVEM O MELHOR DE SUAS VIDAS REVELA DIFERENTES RESPOSTAS EM DIVERSAS FASES DA VIDA. IR EM BUSCA DO QUE SE AMA É MAIS IMPORTANTE DO QUE POSSUIR BENS MATERIAIS.

Você está feliz? Acha que vive em todo o seu potencial? O que te motiva? Família, amor, profissão? Para entender melhor a percepção que o brasileiro tem a respeito da própria vida e o que almeja para ser mais feliz, a Abbott, empresa global de cuidados para a saúde, realizou uma pesquisa nacional com mais de 5 mil homens e mulheres acima dos 20 anos, das classes A, B e C, e provenientes de todos os Estados brasileiros. Intitulada “O que é para o brasileiro viver ao máximo”, a pesquisa elencou o que é fundamental para se ter uma vida plena, hoje e no futuro, e quais os principais obstáculos para conquistar este objetivo. O estudo foi realizado entre os dias 31 de agosto e 25 de setembro de 2015, em conjunto com o Instituto Pesquisa e Inteligência de Mercado da Abril.

“A Abbott assumiu o compromisso, no Brasil e no mundo, de levar as pessoas a se questionarem sobre ‘o que seria realmente viver uma vida plena’. Para isso, resolvemos conhecer profundamente os anseios do brasileiro.  Queremos saber o que inspira o brasileiro a ter uma vida ao máximo, cheia de experiências, levando em consideração os sonhos, medos e aspirações pessoais; não importando idade, gênero ou região em que vivam”, conta Marcos Leal, Diretor de Marketing Corporativo da Abbott para a América Latina. A ideia é continuar essa investigação por meio do site, cujo objetivo é atingir um milhão de pessoas em todo o mundo, pois acreditamos que uma boa saúde é o ponto de partida para que tudo seja possível”.

Segundo a pesquisa, quando o tema é a vida atual, pouco mais da metade dos brasileiros, 52%, consideram que estão felizes; e apenas 10% dessa fatia afirmam estar totalmente satisfeitos. Para a maioria dos entrevistados, 60%, o convívio familiar é o fator que mais justifica essa percepção, seguido das relações afetivas, com 57%.  Entre os 48% insatisfeitos, aspectos do dia a dia explicam a sensação de que algo não vai bem: e o que mais incomoda é a estética do corpo, 66%, que aparece à frente da vida social e profissional, ambas com 57%. 

A pesquisa mostra ainda que a maioria dos totalmente satisfeitos é formada por homens (54%), com idade média de 41 anos, é casada (73%), e está particularmente mais feliz com a vida familiar (77%), afetiva (73%) e espiritual (63%). No extremo oposto, o dos muito insatisfeitos, a maioria é mulher (58%), na faixa dos 34 anos, e tem na falta de motivação e na vida profissional os principais pilares de seu descontentamento, com 56% e 53% de peso, respectivamente.  Além disso, 63% das mulheres extremamente insatisfeitas apontam o estresse do dia a dia como um problema constante e que impede uma vida plena.  “A pesquisa traduz muito o dia a dia da mulher que ainda está em busca da ascensão profissional, da igualdade e do equilíbrio entre vida familiar e afetiva”, explica Andréa Costa, Diretora de Inteligência de Mercado, responsável pela pesquisa.

Clique para acessar o conteúdo do projeto e para mais informações, entre contato.  

Palavras-chave

  • pesquisa
  • estudo
  • felicidade
  • pesquisa de consumidor
  • hábitos e atitudes
  • viver
  • alegria

Mais Estudos e Pesquisas