ELLE comemora aniversário com três capas e ganha destaque na imprensa internacional

Falando sobre o amor e o seu poder transformador na moda, ELLE comemora seus 29 anos no Brasil com 3 capas especiais
  11/05/2017
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A marca aproveitou o momento de celebração para reafirmar valores em que acredita e criar imagens poderosas que, além da estética, levantam discussões. Com um histórico de inovação e pioneirismo, as capas de ELLE são fontes de inspiração em todo o mundo, como a premiada capa espelhada e o manifesto feminista em 2015; o “especial otimismo” em 2016, que colocou a modelo sudanesa Alek Wek em destaque; a primeira capa da modelo trans Valentina Sampaio e a robô Sophia, também do ano passado, que encabeçou uma série de matérias que olhava para o futuro do consumo de moda.

A edição de maio, que reflete os sentimentos de empatia, paixão, parceria, colaboração e conexão de alma, ganhou destaque na imprensa internacional. “Nós aplaudimos o compromisso de ELLE Brasil de avançar e colocar a moda nessa conversa, especialmente com uma capa tão bonita”, escreveu o Refinery29 sobre a foto de Will Vendramini e sobre o escrito “Fall in Love”. “Apenas nos últimos quatro anos, aproximadamente 1.600 pessoas morreram por crimes de ódio no Brasil. Essas imagens e mensagem são particularmente tocantes, considerando que, no ano passado, gays, lésbicas e transgêneros foram vítimas de ataques violentos”, completou o site.

A revista Allure, tradicional no meio de moda e beleza, também comentou a iniciativa de ELLE Brasil. “Há incontáveis capas de livros e revistas com imagens heteronormativas românticas, mas repetitivas de um homem e uma mulher se abraçando. Então, ver este casal do mesmo sexo é refrescante. E não parece que eles estão objetificando as mulheres para o espectador — o olhar nos lembra os doces momentos no começo de um novo relacionamento e seus sorrisos indicam esse tipo especial de alegria”, definiu a publicação. O Yahoo Style também repercutiu as capas e foi o primeiro veículo internacional a recapitular o período de turbulência pelo qual a comunidade LGBT+ passa no Brasil, além de relembrar Lea T, em 2011, e Valentina Sampaio, no ano passado, como modelos trans que já foram estrelas de capa de ELLE e continuaram aparecendo em editoriais e entrevistas ao longo dos anos.

No Brasil, o HuffPost publicou: “Na capa é possível ver cores, rostos, cabelos e estilos diversos que rompem, de certa forma, com a lógica das capas de revista femininas que sempre trouxeram um padrão: a boa e velha receita de bolo com a modelo magra, branca, com roupas que provavelmente só representam a indústria da moda e não o que, de fato, suas leitoras usam ou gostariam de usar”, apontou a editora Andréa Martinelli sobre a importância da representatividade.

Susana Barbosa, diretora de redação da revista, comemora o sucesso da edição de maio de ELLE, “essas três capas consolidam um caminho que já estamos trilhando há dois anos e que têm nos ajudado a construir uma reputação sem igual no que diz respeito à representatividade, inclusão e diversidade na moda. As marcas de luxo mais pioneiras hoje no mundo estão cada vez mais abrindo os olhos para questões relevantes, que dizem respeito a causas humanas globais. Não poderíamos estar mais sintonizados com esse movimento e, mais do que isso, no Brasil estamos liderando essa conversa”.

Enquanto o mundo parece estar tão dividido, estilistas percebem que juntos são mais fortes. Cresce o trabalho colaborativo entre marcas e pessoas, relações familiares se misturam ao trabalho, peças vêm carregadas de valor simbólico e mensagens de amor e solidariedade se espalham por roupas e desfiles. É hora de amar a si mesmo e também ao outro. Por isso, ELLE também apostou no amor, porque ele está mais na moda do que nunca. Já nas bancas!

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